Culpa e Perfeccionismo

A culpa, responsável por grande sofrimento psicológico, é fruto do apego ao passado. Ela nos condiciona na crença de que não somos o que deveríamos ser ou a de que cometemos um erro que não deveríamos ter cometido.
A culpa é a frustração entre o que fomos  e a imagem de como deveríamos ter sido.
Assim, vivemos internamente um julgamento em que o Eu Ideal é o juiz, e o Eu Real o réu. A tortura, pode-se imaginar, é intensa já que o Eu Ideal faz constantes exigências impossíveis e perfeccionistas.
Quanto maior for a expectativa a nosso respeito, quanto maior for o modelo perfeccionista, maior será a culpa.
O problema emergente é que quando há fracasso, há frustração, sentimento que não toleramos e que nos traz tristeza, agressividade e culpa.
No inverso dessa moeda, portanto, está o orgulho e a onipotência, os quais nos incapacitam de lidar com os erros e com a imperfeição. Dessa forma a frustração é o resultado dos pensamentos megalomaníacos a respeito de nós mesmos.
Interessante é crermos que a culpa garanta nosso aperfeiçoamento e as mudanças, o que não acontece bem assim. Ela simplesmente nos condiciona no sofrimento, advindo daí o comportamento de sabotagem.
Sem percebermos confundimos erro com culpa e não nos perdoamos diante dos mesmos. Errar é apenas um convite para que façamos diferente.
Perdoemos! O perdão é a aceitação da vida como ela se apresenta; é a libertação do passado e saber perder o que já está perdido.
Perdão é viver o presente!
Essa reflexão nos leva ao Floral de Bach PINE. Esse pinheiro cresce ereto e têm folhas em forma de agulha. Comparando-o a personalidade, observamos que são pessoas com alto sentido de dever, mas que se condenam a falhar. Atribuem a si mesmos a culpa dos erros, como se aguardassem a qualquer momento por uma punição que os deixe em paz com Deus.
O passado ronda os pecadores! Não conservamos nossos pensamentos intactos diante das críticas e da autocrítica.
O fenômeno do renascimento ou da ressurreição que o Pine nos permite, pode ser simbolizado pela pinha que aparece na ressuscitação de Dionísio após ser devorado pelos Titãs; ou por estar presente na comemoração do nascimento de Cristo, aquele que assumiu toda culpa, perdoou e ressuscitou.
Pine nos chama para renascer, aceitando os erros. É a remissão dos pecados, afinal os erros nos aproximam de Deus. Pine permite que nos amemos como realmente somos.
Aprendamos a perdoar!
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Floral de Bach Holly

  • “Quando uma minúscula partícula invade a casa de uma ostra, esta
    produz um líquido que, ao se combinar com o corpo estranho, cria uma pérola. Da mesma forma, ao invés de reagir negativamente às pessoas e eventos, podemos incluí-los e nos moldar com eles. Através da aceitação, nossa consciência dá um salto para um novo nível de entendimento. O que estávamos considerando um problema pode ser um meio para desenvolver nossas forças e remover nossas fraquezas. Se a situação é um problema ou um presente, isto depende da nossa percepção. A escolha é nossa.”
    BRAHMA KUMARIS
    Quando precisarmos ter aceitação diante dos desgostos da vida, façamos uso do Floral de Bach Holly.

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Wild Oat – Floral de Bach


Propósito de vida

“Em uma longa corrida, um atleta pode ter que passar por vários desafios: cansaço, dúvida sobre seu potencial, atalhos ilusórios, etc. Assim também é a vida. É importante ter claro o ‘norte’ a ser atingido. O propósito da autotransformação e de ser útil na melhoria do mundo são grandes aliados em nossa jornada. Junto com isso, aceitar a companhia e aproximar-se do Divino traz mais segurança no caminho. Desse modo, mesmo que seja necessário rever-se, repensar, adaptar-se, tolerar…, não importa; ao manter a fé em seu propósito, uma pessoa é capaz de erguer-se e avançar, não importa o que surja à sua frente, aproximando-se cada vez da linha da Vitória.”

BRAHMA KUMARIS

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Novidades de 2012

  • Curso Florais do Alaska no Flor de Menta - Indo Além do Karma; Alinhando-se ao Dharma – 31/03 e 01/04 – com Cynthia Accioly;
  • Curso novo de Florais de Bach - Assinatura da planta na personalidade humana – 28/04 – com Fátima Rodrigues e Noelly Heredia;
  • Curso Florais de Minas no Flor de Menta - A Força e a  Amplitude de um Sistema Floral Brasileiro – 29 e 30/09 – com Ednamara Marques

    Não percam! Vamos estudar juntos!


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CULPA, SOMBRA E EVOLUÇÃO

 

Reconhecer a responsabilidade pelo nosso destino, enfrentando a culpa, é o passo imprescindível para a verdadeira cura.

O que nos oprime é o que teimamos reprimir. Parece-nos lógico que o conhecimento inconsciente da culpa é que cria o medo de enfrentá-la. A pressão se desfaz a medida que nos predispomos a encará-la sem dúvida.

A repressão da culpa nos adoece sim, pois nos distancia da realidade.

Sem erro, indiscutivelmente não há evolução.  A culpa deve ser apenas parte do aprendizado passado. Fazemos do sofrimento proveniente da auto-acusação o caminho para a evolução. Sofrer é evoluir. Pecadores devem sofrer para se libertar dos débitos existentes devidos aos nossos sistemas de crenças ainda extremamente egóticos. Toda culpa deve ser resgatada e reparada.

Não percebemos que evoluir é transformar as sombras e não se condenar ao sofrimento eterno.  A perfeição é apenas o resultado e não o meio para a evolução. A culpa nos lança na rigidez de padrões perfeccionistas. Gastamos energia mantendo nosso sofrimento, pois o orgulho prefere pagar o preço de continuar crendo que só o sofrimento liberta e não o enfrentamento interno de nossos aspectos mais sombrios.

Essa postura orgulhosa instiga nossos comportamentos reativos, pois o que reprimimos das nossas sombras projetamos no outro, culpabilizando-o.

A projeção acaba sendo o efeito de nossa relutância em dar luz ao que temos de obscuro em nossa psique. Reagimos ao outro, aos acontecimentos da vida e, assim, contra nós mesmos.

Essa atitude em muito agrada a culpa, desejosa de nos ver impotentes e vazios do que somos.

As contrariedades que são o grande resultado dessa equação pressionam sem pudor o complexo de poder, já que ele não tolera a frustração e a recusa de reconhecimento e amor. É desejoso da satisfação imediata, portanto vítima das conquistas e dos apegos.

Como apreciar e aceitar a vida carregando nas costas o peso da condenação eterna? O prazer torna-se inexistente diante da visão julgadora e limitadora da falha, e não do erro. Ficamos diante de um ciclo de desespero e desesperança que acaba com a clareza de visão a nosso respeito, bem como das situações que vamos encontrando pela existência material.

Deixamos de lado a sombra e ela sutilmente impõe sua natureza obscura as nossas escolhas e aos nossos comportamentos. Somos dominados por ela sabotando nossas realizações.

Sempre que rejeitamos e projetamos nossos impulsos, sentimentos e qualidades, eles naturalmente aparecem externamente assustando-nos, irritando, deprimindo ou transformando-se em obsessão. Estejamos atentos afinal o que mais nos perturba, frustra ou fascina nas outras pessoas nada mais são do que impulsos e qualidades da nossa própria sombra, percebidos como algo que não se origina em nós.

Aprendamos: quando uma pessoa projeta algum tipo de impulso, sente a pressão vinda do exterior.  A pressão depende da relação com o impulso projetado.

O material da sombra é a fonte das projeções, sejam negativas ou positivas.

Podemos também reagir a imagens opostas da sombra. Podemos ficar agitados, imobilizados, desorientados ou retraídos não só diante das partes que negamos em nós, mas igualmente na presença da sua imagem de espelho, ou opostos emocionais.

De uma forma ou de outra, o que nos cabe é aceitar e reconhecer as emoções da sombra, relaxando tanto a tensão quanto a resistência que as cercam. Tememos experimentar alguns de nossos sentimentos. Esse medo é que nos impede de estarmos presentes na vida.

A evolução como processo de ampliação da consciência e de integração da luz com a sombra, nos convida a recuperar as projeções, possibilitando nossa madureza como seres humanos, confiáveis e responsáveis por si mesmos.

Só enxergaremos uma escolha com consciência quando tomarmos consciência da inconsciência de nossos hábitos ou tendências anteriores. Caso contrário, continuaremos nos defendendo imaturamente da autoconsciência escondidos atrás da poderosa ação orgulhosa da culpa. Nossos vínculos continuarão pautados nas projeções, ignorando nossas emoções autênticas e nos condicionando a uma atitude reativa. Continuaremos carentes e vazios, desejosos do domínio e da posse do outro e não da conquista de si mesmo.

Para essa jornada podemos contar com o auxílio das flores que curam a alma, desabrochando a verdadeira essência do ser humano na inesgotável busca de si mesmo.

 

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A Natureza Multidimensional do Homem

COMO OS FLORAIS FUNCIONAM

O corpo humano é constituído por múltiplos sistemas energéticos que se influenciam reciprocamente, onde pensamentos e emoções afetam diretamente nossa fisiologia.

Nessa visão o corpo não é apenas um amontoado de substâncias químicas desordenadas, muito menos a única dimensão da existência humana. Na verdade essa visão coloca de frente o elemento espiritual como parte dessa existência.

Assim sendo, a mente tem a capacidade de influenciar os mecanismos biomoleculares que regulam o funcionamento do corpo.

O programador, a entidade consciente que utiliza o biomecanismo do cérebro e do corpo é a alma ou espírito humano.

O domínio espiritual é uma série de sistemas energéticos de dimensões mais elevadas, ou melhor, sistemas energéticos sutis. Por isso os métodos alternativos de cura corrigem padrões anormais de funcionamento dos sistemas de dimensões superiores. Esses sim controlam o metabolismo celular e os padrões de comportamento.

Os sistemas superiores (de energia sutil) são parte da anatomia humana multidimensional (meridianos, chakras, nádis, corpo etérico, etc.), influenciando o comportamento fisiológico dos sistemas celulares.

Trabalhamos com a existência de uma extensão da anatomia humana constituída por um campo de energia sutil. Essa estrutura de funcionamento multidimensional possibilita outra compreensão e entendimento da natureza da fisiologia humana e os fatores geradores das doenças.

Lidamos, então, com a anatomia humana constituída pelos sistemas de energia sutil. Somos seres de energia multidimensional, onde toda matéria é energia. Se somos energia podemos ser afetados por ela.

A chamada Medicina Vibracional é o processo de cura do corpo utilizando esse nível energético ou vibracional.

Necessitamos, portanto, compreender o relacionamento entre energia e matéria, a invisível conexão entre o próprio corpo físico e as forças sutis do espírito.

O ponto crucial dessa nova visão de doença/saúde é o de que a consciência não deixa de ser uma espécie de energia, com uma relação direta com a expressão celular do corpo físico.

O desafio é o de que para melhor utilizarmos os potenciais ocultos da mente humana, mais utilizaremos os elementos energéticos sutis do universo multidimensional.

A existência humana permite explorar as dimensões da verdadeira natureza interior, como ela realmente se manifeste no corpo físico.

Devemos crer que os campos energéticos dão origem a matéria física. São os campos energéticos sutis que precedem e organizam a formação do corpo físico, canal de expressão das energias conscientes superiores.

Onde entram os florais? No tratamento de doenças físicas e mentais, através das estruturas de frequências superiores que estão em equilíbrio dinâmico com o corpo físico. Isso porque as doenças quando aparecem no corpo físico significa que houve perturbação de energia nos padrões estruturais sutis dos corpos de freqüências superiores.

É imprescindível que saibamos que para modificar terapeuticamente os corpos sutis, é necessária uma energia que vibre em frequências que estão além do plano físico, energias sutis de alta frequência. Como os florais!

As essências florais são carregadas de energia sutil de determinada freqüência. São vibracionais.

Para o Dr. Bach a doença-personalidade ocorria em decorrência de padrões energéticos disfuncionais nos corpos sutis. Referia-se a uma desarmonia mental e energética entre personalidade e o Eu Superior.

Assim acreditou que as energias vibracionais sutis das essências realinhariam os padrões emocionais disfuncionais, ou seja, da personalidade física com as energias do eu Superior corrigindo fatores emocionais e contribuindo para o aumento da vitalidade física e mental.

Ficou estabelecida a relação energética existente entre a mente superior e as qualidades magnéticas dos corpos sutis superiores.

Os florais agiriam energeticamente sobre os corpos superiores, ajudando na cura do corpo físico. Eles tratam, então, não somente as reações emocionais, mas igualmente os temperamentos que contribuem no surgimento de patologias celulares no corpo.

Os padrões energéticos dos florais atuam nos níveis emocional, mental e espiritual, diferentemente das terapias farmacológicas que ficam no nível físico celular. Eles permitem a interação terapêutica entre o corpo físico e o corpo etérico e os veículos de frequências superiores.

Graças a influência dos corpos sutis sobre o corpo físico, há um aumento da resistência pela ampliação dos sistemas energéticos superiores que ligam os seres humanos ao seu Eu Superior.

Resumindo, as energias florais atuam sobre os corpos sutis e sobre as propriedades etéricas da anatomia, influenciando gradativamente o corpo físico. Isso é possível pela grande concentração de força vital existente nas flores.

Psicologicamente falando, o Dr. Bach achou que as doenças têm suas causas na incapacidade da personalidade física de se comportar segundo os anseios, desejos e motivações altruístas e prestativas do Eu Superior. As doenças acabam tendo como base o egocentrismo e a alienação.

Podemos entender que influências kármicas interagem inconscientemente com a anatomia sutil do organismo (causam cristalizações energéticas), alterando os padrões energéticos disfuncionais existentes no nível dos corpos sutis, e posteriormente no campo biomagnético do corpo físico, acompanhado das devidas alterações celulares.

O que é mais importante na terapêutica vibracional é a crença de que os seres humanos são sistemas dinâmicos de energia, que refletem os padrões evolutivos de crescimento da alma.

O intuito é modificar os elementos psicoenergéticos da personalidade.

Os pensamentos e as emoções são manifestações das energias do universo etérico e dos universos de dimensões superiores da anatomia sutil humana.

 

 

 

 

 

 

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Os Florais de Bach no Ancoramento

Dentro da sombra coletiva da humanidade e das lições que precisam ser enfrentadas, está o potencial para a totalidade.

Necessitamos liberar as ligações que mantemos com o passado, tanto quanto permitir que o que ficou sem resolução possa finalmente ter compreensão.

Somos seres espirituais com um propósito de serviço para o mundo (Lei do Dharma), de expressar seu talento próprio.

Para que o Dharma seja cumprido precisamos que o Eu Superior se una ao Eu Inferior, ou seja, que a essência divina ou Alma esteja alinhada e cooperando com o corpo físico, mente, personalidade e ego.

Como seres tridimensionais, temos o destino de trazer a luz dos corpos espirituais a terra, por intermédio do corpo físico.

Muito do sofrimento advém da dificuldade frente às adversidades, onde como vítimas lamentamos a falta de controle. Como relutamos em entender os desafios como parte natural de nossa evolução, dentro de um plano divino, para que assim recebamos todo apoio no processo de aprendizagem de nosso eu divino na realidade física: “…todas as formas presentes na natureza, incorporam e geram energia de cura.” ( A Essência da Cura-Um Guia das Essências do Alasca, Steve Jhonson, pag.14).

É primordial no processo de cura trazer para nossos corpos físico e sutil energia, estrutura e  percepção consciente.

Como a flor com sua energia inteligente de cura é a parte mais evoluída, ela serve para catalisar a evolução na consciência; identificando tanto características emocionais como mentais internas, inclusive estimulando o desbloqueio do crescimento espiritual.

Esse crescimento nada mais é do que o processo incessante de ANCORAMENTO do Eu Superior no corpo físico.

A conexão da terra com os reinos espirituais é de suma importância no processo de cura, pois possibilita o ancoramento, o cumprimento de nosso serviço na humanidade.

Somos possuidores de uma anatomia sutil, o que significa que nossa aura tem vários campos de energia que se interpenetram, os corpos sutis.

 

 

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O PODER NA CRIAÇÃO DAS SOMBRAS E DAS CRENÇAS

“No instante em que damos total liberdade a todos os que nos cercam, quando deixamos de desejar prender e cercear as pessoas, quando deixamos de esperar qualquer coisa delas, quando tudo o que pensamos é em dar e dar mais e nunca em tomar, então descobrimos que estamos totalmente livres do mundo. As cadeias que nos prendiam caem por terra, as correntes se rompem e, pela primeira vez na vida, sabemos o que é a experiência inédita da liberdade total; livres de todas as restrições humanas, seremos, com disposição e alegria, servos apenas do nosso Eu Superior”.

Dr. Edward Bach

(Em discurso pronunciado na Inglaterra em 1931)

Toda a problemática apresentada na clínica acaba reduzida ao mesmo tema: o poder.Daí o fracasso na solução dos sofrimentos.

Vivenciamos nitidamente esse poder no passado, e hoje a forma de vivenciá-lo é sutilmente camuflada e aprimorada. De qualquer maneira, a cada “eu quero” e “eu desejo” clamamos pelo poder.

Até hoje uma das formas de exercer o poder é a DOENÇA. Ela garante a reivindicação inconsciente de poder.

Para sermos conscientes do verdadeiro motivo da enfermidade, precisamos reconhecer a difícil escolha entre a DOENÇA e a RENÚNCIA AO PODER.

O poder se iguala ao predomínio do ego. É a tentativa de não se subjugar e imprimir sua vontade aos outros. Possuímos cada vez mais um controle limitado do nosso interior.

A cura de nossos males estaria na integração do poder e do amor? Afinal nossa maior deficiência é ver o amor puramente como uma emoção, e não em sua dimensão ontológica – um estado de ser. Vemos o poder como desamoroso e o amor como impotente.

Hoje a conclusão que chegamos é a de que o amor e o poder estão interligados. A pessoa deve ter poder dentro de si para ser capaz de amar. Devemos ter algo a dar para não sermos dominados ou absorvidos como uma nulidade. O engano é entender que o amor é apenas emoção e que o poder é força de compulsão.

O que nos falta é compreender ambos em sua dimensão ontológica: como estados ou processos de ser. O que falta é o ego se entregar sem resistências, já que ele atua a partir da crença de que o estado de resistência mental é necessário a realização tanto de nossos desejos quanto das aspirações pessoais.

A causa de nos mantermos naturalmente no sofrimento é por usarmos o poder como escudo na entrega aos vínculos, gerando a sombra. Se o poder permanece escondido na sombra, nos sentimos pequenos, desvalidos, dependentes e derrotados.

Deve-se ficar claro que a identificação com nossos pensamentos e emoções é a grande responsável por nossas reações comportamentais de desejo e aversão. Tudo depende de como ouvimos nossa consciência.

Queremos parabenizar o Dr. Bach por seu aniversário desejando que todos sejam, verdadeiramente, “servos de seu Eu Superior”. Essa foi a base de todo seu trabalho.

Que através das flores de Bach sejamos capazes de nos libertarmos de nós mesmos, libertando o outro e a vida de nosso imperfeito controle.

Parabéns Dr. Bach!

Que seu jardim permaneça florindo com todo seu potencial natural de cura dentro de nossas almas e inundando nossos corações de amor.

 

 

 

 

 

 

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Medo de falhar e Perfeccionismo

Muitas pessoas valorizam o comportamento perfeccionista, acreditando que apenas com um posicionamento onde desejamos de toda a forma o sucesso, nos empenhando ao máximo para acertar, é que conseguiremos nossos maiores objetivos.

Perfeccionismo é, para muitas pessoas, sinônimo de sucesso, de auto-realização e até mesmo uma pessoa preocupada em melhorar-se cada vez mais.

Observamos que essa é uma crença muito popular e corrente em nossa cultura, principalmente no Ocidente Moderno. Mas na verdade, o perfeccionismo muitas vezes vai de encontro à evolução pessoal e pode também provocar uma baixa produtividade.

Além disso, pode ser um caminho para a depressão e até mesmo o suicídio.

Ao contrário do que muitos acreditam, o traço maior da personalidade de um individuo perfeccionista não é a qualidade, a excelência, o auto-aperfeiçoamento, o crescimento pessoal, etc. Mas pura e simplesmente, uma tentativa obsessiva e recorrente de evitação de nossos erros, pelo medo de constatar a imperfeição inerente à condição humana.

Sua principal característica não é o desejo pelo sucesso, mas o medo do fracasso.

O Perfeccionista produz de forma a sempre evitar seus erros, pois temem de forma exagerada seus próprios limites. O Perfeccionismo não visa o crescimento pessoal, pois o perfeccionista não reconhece que, para se crescer, é necessário dar um passo de cada vez. O perfeccionista deseja já ser perfeito, acertar a todo custo, fazer tudo corretamente. Para conhecer algo, é preciso admitir que há algo que não sabemos. Ele não admite jamais se colocar numa posição de não saber. Assim o perfeccionista não se esforça em se melhorar, mas em estar de acordo com o ideal de perfeição criado e sustentado por ele. Assim, os objetivos do perfeccionista são focados no seu ideal de perfeição, na comparação com outros ou na busca da compensação de erros anteriores. O perfeccionista não tem um desejo e resolve realizá-lo, por sentir satisfação no seu objeto de desejo. O desejo do perfeccionista é corresponder ao seu ideal.

Existe uma crença central que move todo o comportamento perfeccionista. Ele acredita que apenas poderá ser aceito pelas pessoas caso seja impecavelmente perfeito, sem erros e sem fracassos. Ele estabelece uma relação fiel entre erro e aceitação. Além disso, pensa que qualquer desvio é suficiente para acabar com todo o seu projeto. Para ele, é “ou perfeição ou fracasso”, “ou tudo ou nada” e dificilmente alguém o convencerá de que seu trabalho está bom. O Perfeccionista cria um ideal de perfeição, no qual orienta toda a sua vida. Muitas vezes, acredita que precisa ser sempre o melhor, não admitindo em hipótese alguma estar abaixo dos outros. A busca não é pela vitória ou pelo sucesso, mas a fuga da derrota e dos erros.

Um pequeno erro é sempre superdimensionado. Os perfeccionistas sempre enxergam mais seus erros que os outros. Um pequeno erro ou falha é interpretado sempre como uma grande falha. Assim, uma característica evidente de um indivíduo com uma atitude perfeccionista é a autocobrança. Não só ele se cobra muito, mas também é extremamente sensível a cobrança dos outros.

Podemos até dizer que ele se cobra para que o outro não cobre dele.

Apesar de muitas vezes não admitir, o perfeccionismo induz a uma excessiva preocupação com a opinião dos outros sobre si mesmo. Pelo fato de não admitir seus próprios erros, pelo medo de enxergar seus limites, o perfeccionista acaba tendo dificuldade de expor-se em situações que sabe que estará sujeito à crítica e a avaliação dos outros. Uma decorrência disso é a timidez. A pessoa com receio da avaliação dos outros acaba por fugir da exposição pública, e acaba atrasando a sua vida pelo medo de se colocar à mercê de críticas, pois estas poderiam mostrar-lhe o seu lado que a todo instante ele se esforça por abafar.

O erro é parte integrante da vida humana. Não existem grandes realizações sem erros e tampouco grandes inovações sem erros. Para conquistar objetivos precisamos arriscar, ousar, pisar em terrenos ainda não conhecidos e abrir novos campos. O melhor não é aquele que nunca errou, mas que consegue aprender com seus próprios erros e transformá-los em acertos.

Dissemos que o perfeccionismo vem de crença num ideal de perfeição. A característica principal desse ideal é que ele sempre é inatingível. Jamais o perfeccionista vai enquadrar-se dentro dele, pois a perfeição é, por definição, inatingível. O perfeccionista vive numa briga constante consigo mesmo para atingir aquilo que é impossível de ser atingido. O ideal é inacessível, pois ele contraria a própria condição humana sujeita aos seus próprios limites.

O perfeccionista cria o inalcançável para depois sofrer por não conseguir estar de acordo com sua própria criação. Dessa forma, a insatisfação é uma marca que o identifica, pois ele sempre busca a satisfação naquilo que não pode ser conquistado.

 

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Sistema Trino do Alaska

As essências do Alaska englobam os reinos vegetal, mineral e elemental, com suas características vibracionais distintas. Quando combinadas terapeuticamente, trazem para o corpo físico e sutil os elementos necessários para o processo de cura: energia, estrutura e percepção consciente.

Segundo Steve Johnson, a dádiva do reino vegetal é a consciência espiritual, já que as flores são a sua parte mais evoluída. São catalisadoras de crescimento e mudança.

Sua ação é catalisar evolução na consciência.

A dádiva do ambiente é o sustento. Nos fornece, portanto, a nutrição física e energética que mantém nossos corpos.

Sua ação é catalisadora, indicada para quando se necessita forte energia de purificação e vitalidade.

A dádiva do reino mineral são a estrutura e a estabilidade. Ajudam a ancorar as energias da consciência na forma.

Sua ação é estabilizar e equilibrar o campo de energia. Catalisam a liberação do estresse e da tensão acumulada a aura.

“A cada passo deste processo, essências vibracionais podem nos fornecer os meios de trocar a dor e os traumas físicos, emocionais e mentais presentes em nossos corpos pelas energias frescas, limpas e vívidas da natureza. Desta maneira, ficamos renovados nos mais profundos níveis de nosso ser”.

Steve Johnson

Conheça mais sobre esse Sistema Trino de Florais.



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