Terapia Regressiva Consciencial – As Crenças na dinâmica do Ser Observador

A origem da crença falsa que gera a vontade de poder vem da história arquetípica de Adão e Eva; onde Eva promete à Adão que será capaz de usurpar o conhecimento e o poder de Deus e assim ganhar onisciência e onipotência sobre o futuro e, consequentemente, como Deus, tornar-se  imortal.

“Uma falsa crença em sua base é uma vontade de poder, uma megalomania anormal que tenta suplantar até mesmo Deus”, afirmamos citando Gerald Epstein no livro Curar para a Imortalidade, pg. 48.

A vontade de poder vem, portanto, do impulso de usurpar o conhecimento e poder de Deus, a fim de controlar o futuro ou o destino.
Perdemo-nos, desviamos da retidão moral e atrofiamos nossa humildade, visto que a vontade de poder requer que subjuguemos ou dominemos os outros de alguma forma.

Cada experiência, não importa se acontece no mundo externo da realidade do dia-a-dia ou no mundo interno da consciência subjetiva, ou na realidade do sonho durante o sono, é HOLOGRÁFICA. Por isso que a Experiência Terapêutica da Transcendência e da Ação Altruística Transformadora exige que treinemos nossos sentidos, aprendendo a pensar de forma analógica e aprendendo a ler imagens holográficas. Assim ficamos menos dependentes do controle externo e de suas consequencias.

Retornando as crenças, elas são idéias que surgem no nível da realidade espiritual vertical, modelo que determina que as crenças criam as experiências, que o invisível faz surgir o visível, que o interno cria o externo e que os pensamentos criam ação por meio de imagens. As experiências, portanto, apenas confirmam nossas crenças, e estas se refletem como imagens.

Temos sim o poder de controlar nossas próprias criações. Podemos controlar nossas crenças e mudar nossa mente de acordo com nossa vontade. Somos a fonte viva de nossas experiências e não seus recipientes passivos, daí podermos criar tanto experiências construtivas quanto destrutivas.

As experiências não criam quem somos!

A analogia e a holografia são relevantes para o entendimento das crenças e sua ação nos vínculos, pois que a experiência se materializa a partir da vontade ativa de um que encontra a vontade passiva e receptiva de outro.

Somos constantemente dependentes uns dos outros. Os antepassados estão presentes, os mortos estão presentes, nosso passado está presente e nossas ações estão presentes. Estamos vinculados a um sistema e ninguém é autônomo em relação aos seus antepassados, bem como as suas personalidades passadas. Caso contrário, agiríamos exclusivamente em função do si mesmo. Tornaríamos prisioneiros de uma liberdade vazia.  No interior dos vínculos há liberdade quando ela favorece a todos e não somente a individualidade.

As pessoas fracassam, morrem ou adoecem quando infringem a hierarquia, pois individualiza-se contra o grupo. Estamos vinculados e precisamos aceitar isso. Esse é o ponto final da individualização.

Quando condenamos qualquer pessoa, recebemos sua energia. Em nome da boa consciência, nos sentimos no direito de atacar e aniquilar outros.

A regressão de memória é um instrumento útil no movimento de reconciliação, seja entre nós e os antepassados como com nossas múltiplas personalidades passadas. Seus destinos nos influenciam, tornando-nos doentes ou deficientes ou curando-nos quando as trazemos à consciência.

Aprendemos a enterrar inconscientemente nossas feridas, necessitamos aprender a identificar suas projeções, aprofundando nossa empatia pelos outros e por nós mesmos. Assim, deixamos de evocar a sombra de poder que nos leva a inveja do potencial de crescimento do outro.

Devemos aprender as lições que os nossos antepassados e nossas almas deixaram de aprender! Se falharmos, manteremos ou criaremos novas identificações, nos aprisionando dentro de crenças que limitam nossa evolução.

Fátima Rodrigues & Noelly HerediaDiretoras do Instituto Brasileiro de Pesquisa em Terapia de Vida Passada – IBRAPETel:25494813 ou 22357014

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